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Centro de Síntese USP Cidades Globais

Conectando conhecimento para transformar o futuro das cidades.

Nossa Missão

O Centro de Síntese USP Cidades Globais foi criado para responder a uma pergunta fundamental que guiará o futuro urbano até 2050: "O que pode ser feito para melhorar a vida das pessoas nas cidades e regiões metropolitanas?"

Nascemos em resposta ao maior desafio e oportunidade do nosso tempo: a urbanização global. As cidades são o epicentro da inovação, mas também da desigualdade, da poluição e dos impactos climáticos. Nossa missão é compreender essa complexidade para gerar soluções transformadoras.

Nossos Objetivos

Imediatos

Influenciar o debate público qualificado e subsidiar a formulação de políticas públicas baseadas em evidências para os desafios urbanos atuais.

Longo Prazo

Consolidar a iniciativa como um Centro USP de Cidades Globais de referência, com caráter permanente e independente, fortalecendo redes de pesquisa nacionais e internacionais.

 

Nossa Abordagem: A Força da Síntese

Nosso maior diferencial não é apenas gerar nova pesquisa, mas sintetizar o conhecimento existente — de diversas áreas e fontes — para criar um entendimento holístico e integrado dos problemas urbanos. Conectamos academia, gestão pública e sociedade para co-criar soluções.

Síntese como Diferencial

Integramos saberes da engenharia, saúde pública, ciências sociais e outras áreas para criar um entendimento holístico dos problemas urbanos e propor soluções integradas e práticas.

Transdisciplinaridade na Prática

Nosso trabalho é co-criado em um diálogo permanente com gestores públicos, o setor privado e a sociedade civil, gerando soluções cientificamente robustas, politicamente viáveis e socialmente relevantes.

A Metrópole como Laboratório

Usamos a Região Metropolitana de São Paulo como nosso laboratório natural para estudar, testar e validar inovações que possam ser adaptadas para outras grandes cidades no Brasil e no mundo.

Eixos de Atuação

Analisamos as cidades como sistemas complexos, onde tudo está interligado. Nossas pesquisas se concentram em desafios críticos e interdependentes, incluindo:

  • Mobilidade, Energia e Clima: Repensar o transporte urbano para reduzir custos, tempo e emissões de CO2.
  • Saneamento, Saúde e Ambiente: Inovar na gestão de água e resíduos sólidos para garantir saúde pública e resiliência ambiental.
  • Cidadania e Espaços Públicos: Promover cidades mais inclusivas, seguras e com espaços que fomentem o bem-estar e a convivência.

Como Operamos

Nossa metodologia é desenhada para ser ágil e orientada para a ação, gerando resultados tangíveis.

Atração de Talentos

Lançamos chamadas anuais para atrair pesquisadores de pós-doutorado de excelência, que desenvolvem projetos aplicados dentro de nossos eixos temáticos.

Conhecimento Aplicado

Geramos dossiês, guias para políticas públicas e relatórios de síntese que traduzem a complexidade acadêmica em recomendações claras e acionáveis.

Promoção do Diálogo

Realizamos seminários e workshops contínuos, como o ciclo "UrbanSus", para disseminar conhecimento, debater soluções e fortalecer nossa rede de colaboradores.

As 5 Perguntas-Chave do CS-USP-CG para Pesquisadores

1. A Pergunta do Impacto Humano: Qual é o seu "Porquê"?

"De que forma específica seu projeto responde à pergunta central do Centro: 'o que pode ser feito para melhorar a vida das pessoas nas cidades?' Qual é o impacto direto e tangível na qualidade de vida urbana que você espera alcançar?"

Objetivo: Forçar o pesquisador a ir além da justificativa teórica e conectar sua pesquisa diretamente à missão humanista do Centro. Avalia se o foco final é a melhoria da vida das pessoas ou apenas o avanço de um campo de conhecimento.

2. A Pergunta da Síntese: Qual é o seu "O Quê"?

"Além de gerar novos dados, qual conhecimento de outras áreas (sejam elas acadêmicas ou não) seu projeto irá sintetizar? Como sua pesquisa conectará 'ilhas' de conhecimento já existentes para criar uma compreensão mais holística e inovadora do problema?"

Objetivo: Verificar se o projeto compreende e abraça o principal diferencial do Centro: a síntese. Avalia a capacidade do pesquisador de integrar e dar novo sentido a conhecimentos pré-existentes, em vez de apenas criar mais um trabalho em um "silo" disciplinar.

3. A Pergunta da Transdisciplinaridade: Com "Quem"?

"Quais atores não acadêmicos (gestores públicos, setor privado, ONGs, comunidades locais) são cruciais para o sucesso do seu projeto? Como você planeja envolvê-los ativamente no processo, não como objetos de estudo, mas como parceiros na co-criação de soluções?"

Objetivo: Medir o compromisso do projeto com a abordagem transdisciplinar. A questão testa se o plano de trabalho inclui um engajamento genuíno com stakeholders, que é essencial para a relevância e viabilidade das soluções propostas.

4. A Pergunta da Ação: Qual é o seu "Como"?

"Qual é o produto final acionável do seu projeto? Além do artigo científico, você irá gerar um guia para políticas públicas, um protótipo, uma metodologia para gestores, um workshop de capacitação ou outra ferramenta que possa ser diretamente aplicada para gerar mudança?"

Objetivo: Avaliar a orientação do projeto para a prática. O Centro busca impacto real, e esta pergunta exige que o pesquisador pense em "entregáveis" que transcendam o meio acadêmico e possam ser utilizados por tomadores de decisão.

5. A Pergunta Sistêmica: E "Onde Mais"?

"Considerando as cidades como sistemas complexos, como seu tema de pesquisa (ex: resíduos sólidos) se conecta e impacta outros eixos, como saúde pública, uso do solo, equidade social ou mobilidade? Quais são as consequências não óbvias ou as sinergias potenciais do seu trabalho?"

Objetivo: Sondar a capacidade do pesquisador de ter uma visão sistêmica. O Centro entende que nenhum problema urbano é isolado. A resposta a esta pergunta revela se o pesquisador consegue pensar nas ramificações e nas interdependências de sua pesquisa.

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© 2025 Regenerando Ideias.

As opiniões e trabalhos dos pós-doutorandos do GP08 (2024-2025) são de sua exclusiva responsabilidade, não refletindo as posições do Centro de Síntese USP Cidades Globais, do Instituto de Estudos Avançados (IEA-USP) ou da Universidade de São Paulo (USP), que não se responsabilizam por quaisquer conteúdos ou consequências decorrentes das pesquisas individuais.

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