Dashboard de Análise do PDP-USP

Análise interativa da evolução do Plano Diretor Participativo da USP em seus 6 Eixos e 8 Critérios de Sustentabilidade.

Análise Detalhada do Eixo

Critério de Sustentabilidade Diagnóstico (Nota e Justificativa) Propostas (Nota e Justificativa) Consolidação (Nota e Justificativa)

Análise Agregada: Evolução e Composição da Pontuação

Análise Metodológica Detalhada

A metodologia foi desenhada para garantir uma avaliação sistemática, transparente e comparável da evolução do PDP. Para isso, foram utilizadas as seguintes ferramentas e conceitos:

Gráfico de Radar

O gráfico de radar (ou de teia) foi a ferramenta visual central para esta análise. Ele permitiu uma comparação simultânea e intuitiva da performance do plano em relação aos 8 critérios de sustentabilidade.

  • Estrutura: Cada um dos 8 eixos do gráfico representa um critério de sustentabilidade.
  • Visualização: Foram plotadas três séries de dados em cada gráfico, correspondendo aos três momentos da análise: Diagnóstico (Cinza), Propostas (Azul) e Consolidação (Verde).
  • Interpretação: A área formada pela linha de cada série de dados indica a performance geral do plano naquele momento. Uma área maior na série "Consolidação" em comparação com a "Diagnóstico" indica um avanço significativo.

Escala Likert

Para quantificar a avaliação, o grupo utilizou uma adaptação da escala Likert de 5 pontos. Esta escala permitiu traduzir análises qualitativas em dados numéricos, que foram então utilizados para gerar os gráficos de radar.

  • Nota 1: Crítico/Não Solucionado. Indica um problema grave, uma ausência completa de solução ou um impacto negativo significativo.
  • Nota 2: Superficial/Insuficiente. O problema foi abordado, mas a solução é fraca, parcial ou não ataca as causas fundamentais.
  • Nota 3: Adequado com Ressalvas. A solução é razoável e funcional, mas apresenta limitações, riscos ou necessita de melhorias importantes.
  • Nota 4: Bastante Adequado. A solução é robusta, bem fundamentada e com poucas ressalvas.
  • Nota 5: Exemplar/Resolvido. A solução é considerada um modelo de referência, resolve completamente o problema ou gera múltiplos co-benefícios positivos.

Os 8 Critérios de Sustentabilidade

A análise foi guiada por 8 princípios de sustentabilidade adaptados da metodologia de Robert B. Gibson, que buscam uma visão integrada e sistêmica.

  1. Integridade Socioecológica: Capacidade do plano de manter e fortalecer as funções vitais dos sistemas ecológicos e sociais, garantindo saúde e segurança para a comunidade.
  2. Suficiência e Oportunidade: Potencial do plano para garantir que todos tenham acesso a oportunidades de subsistência e desenvolvimento, promovendo uma economia local justa e sustentável.
  3. Equidade Intrageneracional: Justiça na distribuição de benefícios, custos e riscos entre os diferentes grupos da população atual (ex: alunos, funcionários, moradores do entorno).
  4. Equidade Intergeracional: Compromisso do plano com as futuras gerações, evitando transferir custos, passivos ambientais ou problemas não resolvidos.
  5. Eficiência de Recursos: Otimização do uso de recursos (financeiros, naturais, humanos), minimizando desperdícios e maximizando o valor gerado.
  6. Governança Democrática: Transparência, clareza de responsabilidades e existência de canais efetivos para a participação da comunidade na tomada de decisão e no monitoramento.
  7. Precaução e Adaptação: Capacidade do plano de antecipar riscos, agir de forma preventiva e ser flexível o suficiente para se adaptar a mudanças e incertezas futuras (como as climáticas).
  8. Integração e Sinergia: Habilidade do plano de conectar diferentes áreas e eixos, garantindo que as soluções gerem múltiplos benefícios que se reforçam mutuamente, em vez de criar novos conflitos.